Advertisements
All Posts

A Clockwork Orange (And a Dash of Hubris)

At least try it harder man...

At least try it harder man…

 

A malenky bit disapointed with this one I am.

I don’t like to be this kind of chelloveck, but there’s missing quite a lot of the ultra-violence in the starry Burgess’ book, and seems like Kubrik replace it with double the In-Out In-Out and the real horrorshow devotchkas groodies.

(McDonald or Kubrik, or maybe both also created an Alex quite different than the one I imagined)

Standard
All Posts

“No More Driving Around”

Que comece a corrida aos Oscars.

Sandra Bullock, que não é das minhas actrizes preferidas, entrega-se de unhas e dentes a este papel e convence! A história de Gravity de Alfonso Cuarón e a brilhante interpretação de “Sandy” fazem com que não saias da ponta da cadeira. Eu adorei que a perspectiva com que entrei na sala tivesse sido “Sandra Bullock no espaço?! Hmmm, cheira-me a banhada” por isso não vou fazer um comentário pormenorizado ao filme,mas tenho-vos a dizer que Cuarón entregou-me uma chapada de luva branca com a disfarçada simplicidade desta história, já para não falar da fotografia (que TEM de ser vista num ecrã de cinema, trust me vão ser 5€ bem gastos) e da música que num local conhecido pela inexistência de som joga muito bem com esse facto.

Após uma 2ª visualização irei escrever uma crítica cuidada pois é merecido, mas como ponto final tenho-vos a dizer que “montanha-russa” seria perfeito para descrever este filme. Dei por mim a suster a respiração, a agarrar a cadeira, a soturrar-me na mesma e sem dúvida alguma a emocionar-me em pontos de perfeita harmonia entre a música, fotografia e diálogo que resultavam num clímax de emoções.

Image

Standard