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A Clockwork Orange (And a Dash of Hubris)

At least try it harder man...

At least try it harder man…

 

A malenky bit disapointed with this one I am.

I don’t like to be this kind of chelloveck, but there’s missing quite a lot of the ultra-violence in the starry Burgess’ book, and seems like Kubrik replace it with double the In-Out In-Out and the real horrorshow devotchkas groodies.

(McDonald or Kubrik, or maybe both also created an Alex quite different than the one I imagined)

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Oscars 2014 – Philomena

-We’ve come full circle
-The end of all our exploring
Will be to arrive where we started
And know the place for the first time.
-Oh, that’s lovely Martin. Did you just think of that?
-No, it’s T.S.Elliot
-Nevermind, It’s still very nice.

Philomena, uma lovely story como se diria pelas terras de sua majestade. No entanto, nesta película de Stepehen Frears não é tanto a história que nos prende ao ecrã mas sim, como o nome indica, a personagem de Lady Judi Dench e a forma como a relação com o jornalista Martin(Steve Coogan) evolui.

Baseado numa história verídica (tal como muitos outros nomeados pela academia este ano) Philomena é a história de uma senhora simples nascida na Irlanda em busca do seu filho de há 50 anos que lhe foi retirado pelas irmãs de uma abadia onde ela permaneceu após o parto. Nesta busca conta com a ajuda de Martin, um jornalista e ex assessor de comunicação de governo britânico que está na pior fase da sua carreira, após se meter numas embrulhadas políticas. Numa festa surge-lhe a oportunidade de voltar ao jornalismo, não à vertente política deste mas sim à vertente das histórias humanas, quando uma lhe é oferecida de bandeja aquando de um simples pedido de um pinot grigio a uma empregada. E é a partir do primeiro encontro com Philomena que rapidamente percebemos que aquela será uma relação que nos vai fazer querer ficar 90min a apreciar. A simplicidade e ingenuidade de Philomena a contrastar com o zangado, inteligente  “Oxfordiano” Martin fazem as delícias de qualquer espectador.

Uma das minhas passagens inicias favoritas chega quando Philomena interroga Martin sobre a sua opinião acerca de Deus, à qual ele responde que considera a pergunta bastante complexa para ter apenas uma resposta de sim ou não. De seguida Martin devolve a pergunta, e sem hesitar Philomena responde apenas “Sim”. E é destes diálogos e momentos simples, confortantes e muitos deles cómicos, que este filme está recheado. E se durante o filme Philomena permanece imutável, para a personalidade agreste de Martin funciona como que um amaciador.

Funciona, é uma bonita história representada por uma belíssima dupla e recomenda-se fortemente.

Material para Oscar? Na minha opinião… Não

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